Investigado atingiu vítima no peito por ciúmes e vivia sob identidade falsa para enganar as autoridades desde 2024.
CAMPINA VERDE/MG — A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou, nesta quinta-feira (12), a prisão de um homem indiciado por tentativa de homicídio qualificado, crime ocorrido em julho de 2024 no bairro Sinhô Teixeira. Além da gravidade do ataque, o caso ganhou contornos dramáticos pela estratégia de fuga do autor: ele utilizava deliberadamente o nome e os dados do próprio irmão para viver sob uma identidade falsa e dificultar o trabalho de captura das autoridades.
Para Entender o Caso
- O Fato: Prisão de autor de tentativa de homicídio qualificado.
- Onde/Quando: Crime ocorreu em 22/07/2024, no bairro Sinho Teixeira, Campina Verde.
- A Fraude: Autor escondia-se sob a identidade do irmão para evitar a prisão.
- Motivação: Crime movido por ciúmes (motivo fútil).
- Status Atual: Inquérito concluído e autor encaminhado ao sistema prisional.
O Crime e a Sobrevivência da Vítima
A investigação aponta que, na data do crime, a vítima foi surpreendida no interior da própria residência. Sem chances de defesa, o homem foi atingido por um golpe de arma branca diretamente no tórax, atingindo o pulmão.
O ataque, classificado como extremamente violento, só não resultou em óbito devido à rapidez do socorro médico, que tratou a grave lesão interna. De acordo com a PCMG, a motivação foi fútil, originada por uma crise de ciúmes, o que demonstra a periculosidade e a agressividade do indiciado.
Trabalho de Inteligência e a Queda da Farsa
Logo após o atentado, o agressor fugiu e deu início a uma manobra para se ocultar da Justiça. Ao assumir os dados biográficos do irmão, ele conseguiu circular e se esconder por quase dois anos. No entanto, um intenso trabalho de inteligência da Delegacia de Polícia Civil de Campina Verde conseguiu cruzar dados e identificar a fraude.
Diligências de campo e o monitoramento estratégico permitiram que os agentes localizassem o paradeiro do suspeito nesta data. Com a captura, a “blindagem” de dados falsos foi rompida, e o homem foi formalmente identificado em sua verdadeira identidade.
Desfecho e Tribunal do Júri
Com a conclusão do inquérito policial, o autor foi formalmente indiciado. Ele agora aguarda o julgamento pelo Tribunal do Júri, órgão competente para decidir sobre crimes dolosos contra a vida.
A Polícia Civil reiterou, por meio de nota, o compromisso com a repressão de crimes violentos, ressaltando que tentativas de ocultação por meio de identidades falsas não impedem a responsabilização criminal. “Quem atenta contra a vida será identificado e localizado”, afirmou a instituição.
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Edição e Redação: Equipe de Jornalismo do Portal de Minas Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) | Delegacia de Campina Verde Imagens: Divulgação | Polícia Civil


