Saiba como a CIA, com a ajuda de Javier Milei, fez a extração de forma perfeita do Brasil, de Flavio Bolsonaro, sua esposa e filhas, em uma ação comparada ao nível da Mossad (oficialmente Instituto para a Inteligência e Operações Especiais)
Veja abaixo a “transcrição” literal e completa do vídeo onde temos a explicação minuciosa desta ação de nível cinematográfica.
Segundo essa fonte confiável, a gente pode afirmar que a extração, a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil, foi a mais espetacular de todas que foram feitas pelos Estados Unidos até agora na América Latina, depois da captura genial do ditador Nicolás Maduro. E contou com as forças de inteligência de Javier Milei, presidente da Argentina, uma força do nível da Mossad, que é o serviço de inteligência e israelense. Imagina a quanto tempo essa operação já vinha sendo preparada em conjunto com Trump, Marco Rúbio e Javier Milei. E a operação foi posta em prática, no momento em que um agente infiltrado informou que Lula, ele mesmo Lula, enquanto comemorava sua vitória, com companheiros, havia mandado prender Flávio Bolsonaro de qualquer jeito. Então, sete minutos após, Morais, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Zanin começaram a agir.
No início da noite de segunda-feira, quatro carros pretos deixaram a casa de Flávio Bolsonaro em um comboio. Os jornalistas que estavam em frente passaram então a seguir os carros. No primeiro carro só visualizaram uma pessoa, o motorista. O segundo levava apenas uma mulher no banco traseiro que se parecia com a esposa de Flávio Bolsonaro. O terceiro e o quarto, carros, estavam com vidros escuros e não puderam ver se havia passageiros. Os jornalistas passaram a seguir esses carros freneticamente, deixando a área livre. O comboio era para despistar os jornalistas. Em um entroncamento, o comboio se dividiu e cada carro seguiu um caminho diferente, deixando jornalistas desconcertados sem saber qual deles deveria ser seguido. Acabaram se dispersando também. Ao mesmo tempo que isso acontecia, um avião militar cargueiro, um C130 Hércules da Marinha dos Estados Unidos ingressou no espaço aéreo brasileiro e ficou sobrevoando a região norte do país. Este avião havia partido da base aérea naval de Jacksonville, na Florida. A Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência, Abim, ficaram monitorando essa aeronave porque era da mesma família que deu apoio operacional na captura de Nicolás Maduro, em janeiro deste ano. A aeronave, operando sob o código de voo CNV3370, matrícula 164762, após sobrevoar o espaço aéreo brasileiro, concluiu sua rota ao pousar no aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, às 19h07, horário de Brasília. O avião foi para despistar os órgãos de inteligência do governo federal.



Enquanto o comboio e o avião militar faziam suas manobras, para despistar, Flávio Bolsonaro e sua família foram retirados de casa de forma imperceptível. A casa ficou toda iluminada e o som de um louvor chegava até a rua, dando a entender que ninguém havia saído. Aí é que entra vez de Javier Milei fazer a sua parte. Sua equipe de inteligência já havia incluído o nome de Flávio Bolsonaro, de sua esposa e das duas filhas, na lista de passageiros de seis aviões. A Polícia Federal correu para lá para verificar em qual da 6 a família Bolsonaro estaria, e em nenhum. E veio a notícia de um jornalista mexicano, apoiador de Trump, que Flávio Bolsonaro estava a salvo com a família e a caminho dos Estados Unidos em um voo privado. Mas a família ainda estava no Brasil, enquanto as notícias falsas corriam pelo mundo. Flávio Bolsonaro não estava em voo para os Estados Unidos quando o jornalista mexicano informou a suposta fuga às 22 horas. Era para despistar também. Flávio Bolsonaro entrou na Argentina às 22 horas e 50 minutos da terça-feira, especificamente na cidade de Porto Iguazú e decolou em um avião privado da empresa Bylesfly. As pistas falsas enganaram o New York Times, Reuters, CNN, BBC e praticamente todos os meios de comunicação mais importantes do mundo, incluindo os próprios brasileiros, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência a Abim. A Inteligência Argentina despistou literalmente todo o planeta em uma jogada de mestre e conseguiu tirar Flávio Bolsonaro para se exilar dos Estados Unidos sem comprometer o Departamento de Estado Americano.
A extração da família Bolsonaro foi feita pela CIA, mas quem levou Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos foi Javier Milei, e tudo isso foi genialmente planejado entre Trump, Marco Rúbio e Milei. Ana Paula Henkel confirmou que Flávio Bolsonaro havia recebido uma ligação de Marco Rúbio, então ele foi se despedir do pai. Quando saiu de lá, foi intimado a entregar seus passaportes até terça-feira. Até então, ele não sabia que no domingo mesmo, o próprio Lula, enquanto dava vivas pela reeleição, havia pedido para seus cúmplices no Supremo, prenderem de qualquer jeito Flávio Bolsonaro. Enquanto o mundo notificava que Flávio havia fugido e já estava desembarcando nos Estados Unidos, a Direção Nacional de Imigrações da Argentina informava que as 22h50 do dia 27 de outubro ingressaram pelo passo fronteirisso da Ponte Internacional, Tancredo Neves, na Província de Missiones, os cidadãos, Flávio Nantes Bolsonaro, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, Carolina Figueira Bolsonaro e Luísa Figueira Bolsonaro, que o fizeram com documentação hábil de viagem sem nenhum impedimento legal para o ingresso no país. As demais, os trânsitos foram registrados pela autoridade de aplicação sem incidentes e que, por sua vez, as 23 e 30, a comitiva ingressante embarcou em um voo privado, despachado pela companhia Byersfly SA, com destino à cidade de Guayaquil, no Equador, conforme informado no plano de voo.
Alexandre de Morais esqueceu que não é preciso visto para entrar na Argentina. Flávio Bolsonaro entrou legalmente naquele país e com sua família após vários despistes. Esse avião, para despistar, não passou pelo espaço aéreo do Brasil, fez uma manobra arriscada e foi em direção à Venezuela, e de Caracas foi em direção aos Estados Unidos. O advogado de Trump, Martin Deluca, depois que Flávio Bolsonaro chegou, são e salvo com a família, nos Estados Unidos, publicou, abre aspas. Nós fizemos a nossa parte, mas quem salvou a vida de Flávio Bolsonaro foi Javier Milei.
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