8 pessoas relacionadas ao caso do PM em Fronteira foram detidas, sendo 3 em São José do Rio Preto e 5 em Fronteira
Cabo Danylo dos Santos Batista, de 26 anos, foi surpreendido durante uma discussão na madrugada desta segunda-feira (2); operação conjunta recuperou a arma do policial e prendeu os envolvidos.
O cabo da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) Danylo dos Santos Batista perdeu a vida na madrugada desta segunda-feira (2 de novembro), em um estabelecimento comercial de Fronteira, no Triângulo Mineiro. O militar estava de folga e havia retornado à cidade para passar o período de folga.

Danylo era lotado no 28º Batalhão da Polícia Militar, em Unaí, no Noroeste de Minas Gerais, e já havia trabalhado em Fronteira. O crime aconteceu por volta das 3h, após um desentendimento entre o policial e outro homem.
Segundo informações da ocorrência, o suspeito teria se aproximado do militar e efetuado dois disparos à queima-roupa. Após atingir a vítima, ele teria retirado a arma que estava na cintura do policial e fugido do estabelecimento. O cabo foi a óbito no local.
As buscas mobilizaram equipes das polícias militares de Minas Gerais e de São Paulo. O principal suspeito dos disparos foi localizado em São José do Rio Preto (SP). Um casal suspeito de auxiliar na fuga também foi preso na cidade. Durante as ações em território mineiro, outros cinco envolvidos foram detidos, conforme o balanço operacional informado pelas forças de segurança.

Durante a operação, foram apreendidas duas armas de fogo: a que pertencia ao policial e outra apontada como utilizada no ocorrido. Os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil em Frutal, onde permaneceram à disposição da Justiça.
A motivação da discussão ainda não foi esclarecida. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar as circunstâncias do fato e a participação individual dos envolvidos.
Em nota, a Polícia Militar de Minas Gerais lamentou a m0rt3 do cabo e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de farda. A manifestação foi assinada pela comandante-geral da corporação, coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues.



